Belo vídeo mostrando algumas operações dos Blues Angels e da Marinha dos EUA.
Dois excelentes vídeos (daqueles que inspiram) feitos a bordo dos Airbus da Avianca.
@Aidan: Obrigado aos amigos Marcos e Robson por postarem os vídeos no Facebook.
Confira como ficou a nova pintura da Swiss International Air Lines, com o nome da empresa cobrindo uma área maior na fuselagem do avião.
Belo vídeo de um McDonnell Douglas MD-11F da Lufthansa Cargo em Macnhester. Com direito a muita borracha queimada.
@Aidan: Obrigado ao amigo Marcos por ter postado no Facebook.
A Gol será a operadora exclusiva do novo terminal de passageiros de Guarulhos, apurou a Folha. O terminal 4 terá capacidade para 5,5 milhões de passageiros e será dedicado exclusivamente a operações domésticas.
A obra custou R$ 85,7 milhões e tem previsão de entrega pela construtora Delta no dia 22. Mas a operação só deve começar em fevereiro, pois a Gol vai precisar de até dez dias para transferir suas instalações.
Até semana passada, nenhuma companhia se dizia interessada no novo terminal. Mas, depois de visitas ao espaço, as conversas avançaram com a Gol. “Ninguém quis se manifestar antes de ver para crer”, diz Marçal Goulart, superintendente de gestão operacional da Infraero. Ele afirma que “todas as empresas” demonstraram interesse.
Se ninguém se dispusesse a mudar para o novo terminal, a Infraero teria de ocupar a área aos poucos, destinando para lá voos de fretamento e novos voos que viessem a ser autorizados. Dessa forma, o terminal não ajudaria a desafogar os terminais 1 e 2, que operam com um excesso de capacidade de mais de 5 milhões de passageiros/ano.
Procurada, a Gol confirma as negociações, mas diz que “não há nada definido nesse sentido”.
Entre as vantagens do novo terminal está a facilidade de acesso ao avião e a possibilidade de realizar o embarque e o desembarque pelas duas portas da aeronave. Esse tipo de operação pode reduzir o tempo em que a aeronave fica no solo, de 45 minutos para 30 minutos. O acesso será feito à pé ou de ônibus em dias de chuva.
O novo terminal foi construído em uma antiga área de cargas da Vasp e tem 12,2 mil m². O volume de passageiros transportados pela Gol e pela Webjet, adquirida pela Gol no ano passado e que também seria transferida para lá, equivale quase que à capacidade do terminal.
36 BALCÕES
Hoje a Gol ocupa 30 balcões nos terminais 1 e 2 de Guarulhos, para voos domésticos e internacionais. O novo terminal tem capacidade para 36 balcões. Com voos para 11 destinos internacionais, a Gol teria de separar as duas operações, o que pode causar transtornos para os passageiros em voos de conexão.
Além de voos para a América Latina, a Gol tem acordos comerciais com empresas estrangeiras. Caso da Delta, que adquiriu 3% das ações da Gol.
Goulart afirma que a logística “não será um problema” e que haverá um serviço contínuo de ônibus fazendo a ligação entre os terminais 1,2 e 4. “Teremos seis ônibus fazendo o percurso na área externa e quatro do lado da pista”, diz.
Goulart diz que o terminal 4 não é provisório e vai continuar em uso após a inauguração do terminal 3. O novo terminal tem um estacionamento independente, com 790 vagas.
Fonte: Folha de São Paulo
Infraero diz que a culpa é de Webjet, Trip e Avianca, que não estariam operando o espaço da forma combinada. Passageiros esperam nos terminais 1 e 2 ou no ônibus e só são direcionados ao módulo na hora da partida
O MOP (Módulo Operacional Provisório) do aeroporto internacional de Guarulhos, obra de R$ 2,8 milhões inaugurada em setembro, está subutilizado. Com voos de Webjet, Trip e Avianca, o MOP é uma sala de embarque localizada em uma área remota da pista, com capacidade para 1 milhão de passageiros/ano. Ocupa uma área de 1.200 m², com ar condicionado, banheiro e lanchonete.
A Folha passou pelo MOP em dezembro, em voo da Webjet. A espera para o embarque foi dentro de um ônibus. Quando o ônibus chegou ao MOP, era hora de entrar no avião. Os passageiros literalmente entraram por uma porta e saíram por outra.
As empresas confirmam que esse procedimento tem acontecido “com certa frequência” e apontam problemas logísticos como escassez de ônibus. O acesso ao ônibus que leva ao MOP é feito pela sala de embarque do piso inferior dos terminais 1 e 2. Da forma como está a logística, o passageiro acaba fazendo o embarque duas vezes -apresenta o cartão e o documento antes de entrar no ônibus e novamente no MOP.
A estatal Infraero confirma a subutilização do módulo, mas diz que a responsabilidade é das companhias aéreas, que não estão operando conforme combinado.
Segundo Marçal Goulart, superintendente de gestão operacional da Infraero, as companhias “seguram o passageiro” para não ter de manter um funcionário no MOP. Segundo Goulart, as empresas deveriam direcionar os passageiros para o ônibus assim que eles chegarem à sala de embarque do terminal antigo. Os ônibus deveriam partir de dez em dez minutos, independentemente da lotação. Ele diz ainda que vai se reunir com as empresas para fazer os ajustes logísticos.
As empresas fazem elogios ao MOP, mas reclamam da logística dos ônibus. Victor Celestino, diretor de relações institucionais da Trip, diz que gerir o fluxo de passageiros e a escassez de ônibus é uma atividade “complexa”.
Tarcísio Gargioni, da Avianca, diz que mantém pessoal permanentemente no MOP. “Tem sempre alguém lá, do nosso primeiro voo ao último.” Ele admite “alguns errinhos” de logística na operação dos ônibus e diz que falta ônibus nas horas de pico. A Webjet não se pronunciou.
O MOP foi construído para desafogar os terminais 1 e 2, que têm capacidade para 20,5 milhões de passageiros/ano e operam com mais de 26 milhões. Quando o terminal 3 for construído, obra que ficará a cargo da empresa que vencer o leilão de concessão, em 6 de fevereiro, o MOP deixará de ser usado. “O MOP perde o sentido com o terminal 3, mas poderá ganhar outra utilidade”, diz Goulart.
Fonte: Folha de São Paulo
Belo vídeo mostrando alguns poucos e decolagens com forte vento de través em Dusseldorf, Alemanha.
Air France anuncia plano de reestruturação
A francesa Air France anunciou nesta quinta-feira um plano de reestruturação com o qual prevê economizar mais de 1 bilhão de euros em três anos mediante a redução de sua frota e investimentos e a reorganização de sua atividade de curto e médio prazo, anunciou em um comunicado. O plano anunciado pela companhia contempla medidas “imediatas” e um “plano de transformação” que passa por uma “melhora da produtividade” e uma reestruturação de sua atividade de curto e médio prazo, que perdeu 700 milhões em 2011.
Boeing alcança aumento em taxa de produção do modelo 737
A Boeing anunciou ter alcançado a taxa de produção de 35 aviões 737 NG por mês, com a entrega da primeira aeronave produzida nessa nova condição a companhia norueguesa AWAS Aviation Services. A empresa Norwegian Air Shuttle irá operar o avião por meio de leasing. O 35° avião a ser construído no mês demonstra que o sistema de produção está operando com sucesso. Ao mesmo tempo, estão sendo feitos investimentos para subir esta taxa a 38 unidades do 737 produzidas por mês no segundo trimestre de 2013 e 42 na primeira metade de 2014.
A menos de um mês para o leilão de concessão dos aeroportos de Guarulhos (SP), Viracopos (SP) e Brasília, ao menos 14 empresas, das quais cinco estrangeiras, estão negociando a formação de consórcios para entrar na disputa prevista para 6 de fevereiro.
Apesar da forte concorrência, a expectativa é de que os pesados investimentos exigidos nos empreendimentos não permitam ágios elevados sobre os lances mínimos.
A concessão dos terminais aeroportuarios é a grande aposta do governo para garantir, com recursos privados, a expansão necessária para suportar o forte aumento da demanda por transporte aéreo no Brasil, que vem ocorrendo há anos e vai acelerar ainda mais com a Copa do Mundo de 2014 e as Olimpíadas de 2016, no Rio de Janeiro.
Segundo duas fontes que acompanham o processo -uma do setor privado e outra do governo- entre os estrangeiros interessados estariam as duas já confirmadas, Fraport (Alemanha) e Aena (Espanha), e também GMR (Índia), Corporación América (Argentina) e Aéroports de Paris (França).
Pelas regras do edital, todos os consórcios precisam ter uma operadora estrangeira de aeroportos. Isso porque é exigido que entre os sócios privados pelo menos um tenha cinco anos de operação de terminais com movimentação superior a 5 milhões de passageiros por ano.
Além da própria estatal Infraero, que será sócia seja qual for o consórcio vencedor para cada um dos aeroportos, nenhuma outra empresa no Brasil possui essa característica.
Para o professor do Insper-SP Eduardo Padilha, a crise internacional não deve ser empecilho para a participação das estrangeiras na licitação. “É algo a se preocupar, mas a ordem dos investimentos não faz com que empresas não tenham capacidade, ainda mais com o fluxo de caixa.”
Fora os consórcios já conhecidos que juntarão a Ecorodovias à Fraport e a OHL Brasil à Aena, as mesmas fontes relataram o interesse das brasileiras Odebrecht, Queiroz Galvão, CCR, Galvão Engenharia, Engevix e Carioca Engenharia nos aeroportos.
A Socicam, que administra terminais rodoviários e pequenos aeroportos no Brasil, como o de Angra dos Reis (RJ), também quer entrar na disputa.
“O leilão é o filé mignon dos aeroportos brasileiros. O governo coloca os melhores e estabelece a regulação. Será um chamariz se o modelo funcionar bem”, disse Padilha, do Insper-SP.
A Engevix e a Corporación América, vencedoras do leilão em 2011 do aeroporto de São Gonçalo do Amarante (RN) com o consórcio Inframérica, devem repetir a parceria.
Outro grupo para a disputa agora, segundo uma das fontes, seria formado pela GMR -sócia majoritária do consórcio que administra o Aeroporto Internacional de Nova Délhi- e Queiroz Galvão.
A Carioca Engenharia, que de acordo com a fonte estaria negociando com a Aéroports de Paris, preferiu não se pronunciar sobre o assunto, assim como GMR, Queiroz Galvão e Galvão Engenharia.
A CCR disse que não comentaria o tema por estar em período de silêncio para a Assembléia Geral Extraordinária que em 16 de janeiro vai tratar justamente da “complementação do objeto social da companhia para incluir a exploração de atividades do setor de infraestrutura aeroportuária”.
Já o diretor-geral da Socicam, Altair Moreira, disse que a companhia está avaliando os três aeroportos e, caso participe do certame, fará parte de um “grupo grande”, formado por empresas de segmentos como construção civil e operadores de aeroportos.
“O leilão dos aeroportos nos interessa, é pouca diferença com terminais rodoviários. Essa é nossa área de atuação”, disse Moreira à Reuters.
Investimentos
Diante dos altos valores exigidos dos futuros concessionários e da taxa de retorno considerada relativamente baixa por alguns investidores, é provável que os ágios sobre os preços-mínimos não sejam tão grandes em relação a outros leilões de concessão de infraestrutura.
Para arrematar o aeroporto de São Gonçalo do Amarante, por exemplo, o Inframérica pagou R$ 170 milhões, com ágio de 228,82% sobre o preço mínimo.
Para o aeroporto de Cumbica, em Guarulhos, o preço mínimo estipulado foi de R$ 3,4 bilhões. Para Viracopos, em Campinas, o piso será de R$ 1,47 bilhão, enquanto para Brasília o edital estipula R$ 582 milhões.
Os três aeroportos deverão receber em conjunto investimentos de R$ 2,9 bilhões até 2014, ano da Copa do Mundo, sendo R$ 1,38 bilhão para Cumbica, R$ 873 milhões para Viracopos e R$ 626 milhões para Brasília.
De olho nos grandes eventos esportivos dos próximos anos, o edital das licitações estabelece multas pesadas para quem não cumprir as exigências de investimentos.
Segundo uma das duas fontes, que está negociando para entrar no leilão, as metas de investimentos de Guarulhos e Brasília são razoáveis, mas há preocupações com Viracopos.
“A modelagem de Viracopos está muito temerária. São muitos investimentos para uma receita proporcionalmente apertada e prazo muito curto”, disse a fonte.
Para Padilha, professor do Insper-SP, o aeroporto de Viracopos somente deve “ganhar força” quando Cumbica chegar ao limite da saturação.
Fonte: Agência Estado
Os dois primeiros caças de produção do Lockheed Martin F-35B de decolagem curta / pouso vertical (STOVL) foram entregues hoje ao Corpo de Fuzileiros Navais dos EUA. Os dois jatos estão agora atribuídos à 2ª Ala de Aeronaves dos Marines do 501º Esquadrão de Treinamento de Caça/Ataque sediado junto a 33ª Ala de Caça da Base Aérea de Eglin, na Florida. Veja a seguir o vídeo do voo de translado e chegada em Eglin do jato BF-6.
As aeronaves, conhecidas como BF-6 e BF-8, voaram separadamente e chegaram às 15:13 e 16:39 horários local, respectivamente, após os seus vôos de translado de aproximados 90 minutos desde Fort Worth, Texas. O piloto do U.S. Marine Corps Major Joseph Bachmann pilotou o BF-6, enquanto piloto do U.S. Marine Corps Tenente-Coronel Matt Taylor voou no BF-8. Ambos os caças de quinta geração serão usados para treinamento de pilotos e equipes de manutenção no novo Centro de Treinamento Integrado do F-35.
“Hoje marcamos o início de uma nova era de recursos avançados para o Corpo de Fuzileiros Navais dos EUA”, disse Larry Lawson, vice-presidente executivo e gerente geral do programa F-35 na Lockheed Martin. “A versatilidade do F-35B, conforme demonstrado a bordo do WASP USS (LHD-1) no último outono, irá revolucionar o poder de combate expedicionário de nossa nação em todos os ambientes de ameaças, permitindo que as operações a partir de bases principais, pistas de pouso danificadas, em locais remotos e uma vasta gama de navios com capacidade aérea. Esta aeronave vai dar aos nossos combatentes a capacidade de cumprir sua missão, onde e quando o dever chamar.”
Os caças F-35 STOVLs passaram por muitos marcos críticos em 2011. Em outubro, os F-35Bs conduziram seu primeiro conjunto de ensaios embarcados, conhecido como Teste de Desenvolvimento 1, a 20 milhas ao largo da costa de Wallops Island, Virginia. Durante o período de teste de 19 dias, as aeronaves BF-2 e BF-4 realizaram 72 pousos verticais e decolagens curtas, cumprindo todas as etapas de teste durante a missão. No ano, os F-35Bs realizaram 333 testes de voo de Desenvolvimento de Sistemas e de Demonstração e 268 pousos verticais.
As aeronaves BF-6 e BF-8 são os dois primeiros F-35 entregas para o Departamento de Defesa em 2012 e são as sétima e oitava aeronaves F-35 entregues para Base Aérea de Eglin desde julho de 2011. Anteriormente, seis jatos F-35A de decolagem e pouso convencionais (CTOL) paraa Força Aérea dos EUA foram entregues na base.
O F-35 Lightning II é um caça de 5ª geração, que combina a velocidade e agilidade de um caça com avançada capacidade stealth, com um sistema de sensores totalmente integrado, numa rede que permite operações e apoio logístico avançado. Três variantes distintas do F-35 substituirão o A-10 e o F-16 na Força Aérea dos EUA, o F/A-18 na Marinha dos EUA, e o F/A-18 e AV-B Harrier no Corpo de Fuzileiros Navais dos, e uma variedade de caças em pelo menos outros nove países.
Lockheed Martin está desenvolvendo o F-35 com seus principais parceiros industriais, a Northrop Grumman e a BAE Systems.
A brasileira TAM e a chilena LAN Airlines anunciaram ontem uma revisão das estimativas de sinergias esperadas como resultado da fusão das duas companhias aéreas para criar a Latam.
Segundo comunicado, a TAM e LAN estimam que as sinergias combinadas surgidas da combinação proposta podem aumentar o resultado operacional anual da Latam ao longo do tempo entre US$ 600 milhões e US$ 700 milhões, antes de depreciação e impostos, sendo que as sinergias serão capturadas, na sua plenitude, em quatro anos após a conclusão da transação.
Isso representa um aumento entre 50% e 75% sobre a estimativa inicial de sinergias anunciada pelas empresas em agosto de 2010, que era de US$ 400 milhões por ano.
A nova estimativa, baseada no trabalho realizado pelas companhias com consultores da McKinsey e da Bain & Company ao longo das últimas dez semanas, reflete revisões mais detalhadas e atualizações das expectativas de reduções combinadas de custos e das oportunidades para geração de receita que surgirão da combinação proposta, e inclui benefícios do compartilhamento de melhores práticas identificadas em certas áreas.
Do total de sinergias antes de impostos esperadas, entre US$ 170 milhões e US$ 200 milhões devem ser alcançados no primeiro ano depois da finalização da transação.Aproximadamente 40% das sinergias potenciais serão geradas pelo aumento das receitas com o negócio de passageiros, 20% pelo incremento de receitas com o negócio de cargas e os restantes 40% virão da redução de custos.
Fonte: Agência Estado
A companhia aérea uruguaia Pluna inaugurou recentemente voos diários e diretos entre São Paulo e Punta del Este. Nos primeiros 20 dias de dezembro, a empresa já registrou ocupação média de 70%, sendo que entre 25 de dezembro e 4 de janeiro último, houve ocupação de 100%.
Estes primeiros resultados da alta temporada são promissores e reforçam a preocupação da companhia em oferecer permanentes e rápidas soluções para o tráfego aéreo em Montevidéu e Punta del Este. Entre dezembro de 2010 e fevereiro de 2011, o lucro gerado para o Uruguai pelos passageiros que chegaram a Montevidéu pela Pluna foi de 80 milhões de dólares.
Para este ano, estima-se crescimento em torno de 30%. Os voos saem de Punta del Este todos os dias às 12h50 e chegam ao Aeroporto de Guarulhos às 15h20. Na volta, a aeronave parte de São Paulo às 16h com previsão de chegada em Punta del Este às 18h40. A empresa opera uma frota moderna composta por 13 aeronaves Bombardier CRJ 900.
Fonte: www.revistaflap.com.br
A GOL está fazendo uma promoção para a compra antecipada de passagens com dezenas de trechos por R$99 e os demais por R$249. É uma boa oportunidade para quem pode planejar sua viagem com antecedência e em alguns trechos compensa bastante!
Como não se trata de uma promoção oficial da GOL – você só vai encontrar estas informações aqui no Melhores Destinos – não temos ao certo a data limite para comprar, mas encontramos os trechos nos meses de abril e maio.
Abaixo listamos trechos que estão sendo vendidos por R$99 e estão com preços bons. Já as passagens por R$249 só são uma boa opção para rotas realmente longas, como Porto Alegre – Fortaleza ou como São Luis- Foz do Iguaçu. Nos demais casos, preferimos nem incluir os links, pois estamos na expectativa de que a GOL e as demais companhias iniciem em breve as megapromoções e feirões com preços ainda mais baixos nestas rotas!
Clicando nos links abaixo você confere o preço em todas as companhias aéreas na data que pesquisamos. Para alterar data, número de passageiros ou mesmo a rota basta clicar no link “Refaça sua pesquisa”, que fica no canto superior esquerdo da tela que lista os valores.
Fonte: http://www.melhoresdestinos.com.br/promocao-passagens-baratas-gol.html
Dezenas de voos da Continental Airlines da Europa para os Estados Unidos têm sido forçados a fazer pousos imprevistos no Canadá e em outros lugares para abastecer, depois de atravessarem ventos contrários mais fortes do que o habitual sobre o Oceano Atlântico.
As paradas, que têm causado atrasos e inconveniência a milhares de passageiros nas últimas semanas, são em parte resultado de uma decisão da United Continental Holdings Inc., a maior companhia aérea do mundo, de usar aviões menores num número cada vez maior de rotas longas cruzando o Atlântico.
A estratégia da United funciona quando o vento está calmo, e possibilita à companhia usar aviões menos custosos, com tripulação menor, em voos para uma série de cidades europeias que não gerariam tráfego suficiente para justificar aviões maiores.
Mas ao levar seus 757s da Boeing Co. perto do limite da autonomia deles, que é de 4.000 milhas náuticas, ou 7.408 quilômetros, a United está tendo pouca margem de erro quando ventos fortes aumentam a quantidade de combustível que os aviões bimotores queimam.
No mês passado, informou a United, num total de 1.100 voos com destino aos EUA, seus 757s de 169 assentos tiveram de parar 43 vezes para reabastecer. Um ano antes, houve só 12 pousos não agendados com mais ou menos o mesmo número de voos de 757s.
Esses pousos são mais seguros do que entrar na reserva mínima de combustível que os pilotos têm de manter, a qual garante que um avião pode voar 45 minutos além de seu destino.
Os atrasos resultantes podem levar os passageiros a perder conexões; fazer com que eles sejam hospedados em hotéis à custa da companhia aérea; e às vezes levá-los a exigir indenizações por danos causados pelo atraso.
Um porta-voz da United disse que a companhia tem oferecido indenizações como um gesto de boa vontade, em situações em que as experiências dos clientes as justificam.
Campos de pouso remotos no Canadá, como Gander e Goose Bay, são as primeiras opções para reabastecimento, mas a United confirmou que alguns de seus 757s também foram desviados para Islândia e Irlanda, além de Nova Scotia, no Canadá, Albany, no Estado de Nova York, ou mesmo o aeroporto internacional Stewart, 100 quilômetros ao norte de Manhattan.
“Ventos contrários no retorno da Europa são os mais extremos que já vimos em dez anos”, disse uma porta-voz da United. Nesse período, os ventos em dezembro tiveram, em média, velocidade de 30 nós, segundo dados da United. Mas no mês passado eles chegaram a uma média de 47 nós, e nos 15 piores dias do mês, a 60 nós.
Os ventos não arrefeceram este mês. Nos primeiros oito dias de janeiro, a United informou ter feito paradas não planejadas de abastecimento em 14 voos das seis rotas mais propensas a reabastecimento e que estão mais perto da autonomia máxima do avião.
Para aeroportos remotos como os de Goose Bay e Gander, que foram deixados de lado nos últimos anos graças à maior autonomia dos aviões, paradas de abastecimento podem trazer dezenas de milhares de dólares por mês em taxas de pouso e outras receitas.
Uma porta-voz da United disse que a companhia não pôs aeronaves maiores em lugar das atuais nas rotas afetadas porque elas estão sendo usadas em outras linhas da empresa, que foi criada em 2010 com a fusão da United Airlines com a Continental Airlines. Segundo estimativas do setor, um 757 quase lotado e com menos tripulação pode ser mais lucrativo do que um avião maior, como o Boeing 767, com o mesmo número de passageiros, mas com mais tripulação.
Os problemas de reabastecimento não trouxeram nenhuma ameaça à segurança, segundo especialistas da indústria e do governo americano. Mas uma porta-voz da agência de aviação dos EUA, a FAA, disse que autoridades do órgão “estão cientes de que aviões da United têm feito mais paradas não agendadas para reabastecimento este ano do que no ano anterior, e estamos estudando a questão”. O capitão Jay Pierce, presidente do sindicato que representa os pilotos da Continental, disse na semana passada que havia solicitado aos diretores de segurança da entidade que estudassem a questão.
O comportamento dos ventos, que o meteorologista Henry Margusity, da empresa americana de meteorologia AccuWeather.com, atribuiu a temperaturas abaixo do normal nas águas equatoriais do Pacífico — fenômeno conhecido como La Niña — também criou problemas para outras companhias aéreas que usam os 757 de um só corredor através do Atlântico.
A USAirways Group Inc., que usa 757s entre a Filadélfia e algumas cidades europeias, informou que em dezembro desviou quatro de 112 voos transatlânticos devido a ventos fortes.
A American Airlines, da AMR Corp., que faz seis rotas europeias com 757s, afirmou que tinha tido “alguns” pousos não planejados para abastecimento em voos para os EUA, mas que isso não é “uma ocorrência diária”. A Delta Air Lines Inc., que também voa 757s para a Europa, disse não ter tido nenhum desvio devido a limitações de combustível em dezembro e nem em janeiro, até agora.
A divisão Continental da United — que usa 757s para ligar seu centro de operações em Newark, no Estado de Nova Jersey, nordeste dos EUA, a vários destinos europeus — tem sido mais afetada.
O 757, que entrou em serviço na aviação em 1983 e foi fabricado até 2004, pode carregar mais de 220 passageiros em uma classe. No início dos anos 90, a FAA deu permissão para que fosse usado em rotas até a Europa Ocidental antes cobertas por aviões maiores e mais custosos, que consomem mais combustível, mas têm mais autonomia de voo.
A Azul começa 2012 realizando a devolução do primeiro turboélice ATR 72-200 para a ATR Aircraft – joint venture formada pela Aerospatiale (EADS) e Aeritalia (Alenia Aermacchi). Esta versão da aeronave está sendo substituída pelo novo modelo ATR 72-600, que – segundo a ATR – apresenta a mais alta tecnologia em termos de conforto e segurança operacional. A Azul foi a segunda empresa aérea no mundo a receber e operar a versão 600 da família ATR 72. Até o final do ano, as oito unidades da série 200 serão devolvidas e substituídas pela moderna versão 600.
A frota inicial de oito 72-200 foi arrendada pela companhia provisoriamente para iniciar as operações em território nacional com este tipo de aeronave. Os voos começaram em 1º de Março de 2011, com frequências entre Campinas, Ribeirão Preto e São José do Rio Preto – estado de São Paulo. O turboélice devolvido à fabricante em 10/01 é o de matrícula PR-AZT.
Os três primeiros ATR 72-600 da Azul, do total de 30 pedidos firmes e dez opções do modelo, pousaram em solo brasileiro entre os meses de novembro e dezembro e já operam regularmente em sua malha. Outras 12 unidades da versão 600 serão entregues ainda este ano, parte de um contrato anunciado em julho de 2010 que pode alcançar a cifra de US$ 850 milhões, caso as 10 opções de compra sejam confirmadas.
A versão 600 conta com a última geração de sistemas eletrônicos de navegação, instrumentos de orientação incorporados em monitores LCD. Além disso, a aeronave oferece poltronas em couro e dispostas dois a dois.
O Brasil se tornou nos últimos anos favorável para a expansão dos turboélices da ATR, cujas aeronaves são perfeitas para utilização em rotas com menos de 700 km de distância, uma vez que suas operações conferem um baixo custo de manutenção – cerca de 45% a menos do que as demais aeronaves em operação no País. Além disso, seu baixo consumo de combustível gera até 50% menos CO2 que outras aeronaves regionais, o que contribuiu para a escolha do modelo pela Azul.
Fonte: www.mercadoeeventos.com.br
Tendo entregue no final do ano passado sua aeronave de número 5000, a Cirrus que não para de incorporar novidades e benefícios para seus clientes, anunciou uma série de melhoramentos que serão oferecidos neste ano.
As laterais e os assentos traseiros do Cirrus SR22 foram totalmente redesenhados para proporcionar maior conforto aos seus ocupantes, podendo agora levar mais um passageiro. Os encostos agora reclinam em três posições, os cintos de segurança foram modernizados e possuem um novo engate, tipo automotivo, que permite a instalação de uma cadeira de bebe com muita rapidez e facilidade. Ficou mais fácil, mais agradável e seguro voar com a família.
Global Connect foi o nome adotado para um novo equipamento que traz a bordo informações meteorológicas de extrema importância para o piloto. Mensagens TAF, Metar, SMS e telefone por satélite melhoram a comunicabilidade e a segurança de voo. Este número de informações a bordo deverá continuar crescendo à medida que a tecnologia seja disponibilizada em nosso país.
A nova caixa de gerenciamento de áudio Garmin 350, tem áudio tridimensional que facilita o trabalho do piloto e traz mais conforto aos passageiros.
O acabamento externo e interno do Cirrus foi levado a um novo patamar com os modelos “Platinum” e “Carbon”.
A versão “Xi” permitirá ao proprietário, em conjunto com os designers da Cirrus a incrível experiência de personalizar sua aeronave em todos os detalhes, do exterior ao interior.
A Cirrus está orgulhosa de ocupar o primeiro lugar no mundo em vendas no seu segmento. Valorizamos nossos clientes investindo constantemente na evolução tecnológica e na segurança de vôo.
Fonte: http://www.aeronavesavenda.com.br/content/cirrus-2012-voam-5-a-bordo.html
A Lan Colômbia inaugura em fevereiro seu voo direto entre Bogotá e Miami. A nova rota integra a rede de destinos mantida pela companhia e disponibilizará sete frequências semanais ligando as duas cidades.
“Nossa missão é brindar nossos passageiros com a melhor experiência de viagem. Oferecendo a eles atrativos em destinos e melhores conexões no mundo. Nesse sentido, esperamos que esta nova rota aprimore a conectividade entre Colômbia e Estados Unidos. Como resultado, esperamos facilitar as conexões aéreas, promovendo o intercâmbio comercial e turístico”, destaca Nicolás Cortázar, diretor da Lan Colômbia.
Como a nova rota substituirá o atual voo Bogotá/Ft. Lauderdale, os passageiros que tenham bilhetes para o trecho já emitidos com data posterior a 1º de fevereiro, terão a opção de regressar via Miami ou direito a reembolso.
Fonte: www.mercadoeeventos.com.br
As empresas aéreas do grupo Lufthansa obtiveram um recorde no número de passageiros transportados em 2011. Ao todo, 106,3 milhões de passageiros optaram por voar com as empresas Lufthansa, SWISS, Austrian Airlines, bmi ou Germanwings. Isso corresponde a um aumento de 7,5% em comparação ao ano anterior. Em 2011, a oferta do grupo aumentou 9,8% no total, os assentos-quilômetro vendidos aumentaram 7,0%. A média de ocupação dos aviões recuou dois pontos percentuais em relação ao ano anterior, chegando a 77,2%.
A retração do faturamento que já se delineava no terceiro trimestre continuou nos últimos meses do ano: em todas as áreas do grupo, o faturamento cresceu menos do que no início do ano. Com base nessa evolução e nas persistentes inseguranças conjunturais, o grupo Passage Airlines prevê um aumento discreto de 3% em 2012 com a oferta de assentos-quilômetros vigente. Ela deverá resultar da utilização de aviões maiores e da introdução da nova Cabine Europa nas rotas continentais da Lufthansa Passage. 65,5 milhões de passageiros viajaram em aviões da Lufthansa, 11,1% a mais do que no ano anterior. Em 2011, a oferta Lufthansa aumentou 11,8% e o faturamento 8,8%. A ocupação, de 77,2%, ficou 2,2 pontos percentuais aquém do valor do ano anterior. A SWISS transportou cerca de 16,4 milhões de passageiros em 2011, a Austrian Airlines 11,3 milhões, a bmi cerca de 5,7 milhões e a Germanwings cerca de 7,5 milhões de passageiros.
A Lufthansa Cargo registrou um aumento de 5% na quantidade transportada em 2011, um total de 1,9 milhões de toneladas de carga e correio. A oferta no ano aumentou 8,6%, o faturamento 6,5%. Consequentemente, o fator de aproveitamento de espaço diminuiu 1,4 pontos percentuais, somando 69,5%.
Fonte: www.mercadoeeventos.com.br
A Boeing e o grupo Air France-KLM finalizaram o pedido de 25 Boeing 787-9 Dreamliner. A aeronave é uma versão um pouco mais larga do 787-8 e irá carregar de 250 a 290 passageiros em rotas de 8 mil a 8,5 mil milhas náuticas (14.800 a 15.750 kms). O 787 fornece às companhias aéreas uma eficiência energética incrível, que resulta em uma performance ambiental exepcional. Essas aeronaves usam 20% menos combustível que os atuais concorrentes de mesmo porte. Ela também viaja a uma velocidade de 0.85 Mach, similar aos mais rápidos aviões atuais de fuselagem larga.
Esse pedido aumentou o número de encomendas de 787-9s para um total de 305 aeronaves. A família 787 Dreamliner, incluindo o 787-8 e o 787-9, acumula um total de 860 pedidos de 59 clientes ao redor do mundo. “Ao fazer do 787 uma parte chave da renovação de sua frota, o grupo Air France-KLM fortalece sua posição como líder mundial”, afirma Jim Albaugh, Presidente e CEO da Boeing Commercial Airplanes. “A reação da indústria à chegada do Dreamliner tem sido fenomenal e nós estamos ansiosos para ver os passageiros da Air France-KLM nesse revolucionário avião”.
O grupo Air France-KLM possui uma frota de 188 aeronaves em operação, incluindo 74 para a Air France e 114 para a KLM. O Grupo Air France-KLM é um dos maiores operadores de 777 do mundo.
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