Vulcão chileno volta a prejudicar voos no Brasil

 

As cinzas do vulcão chileno Puyehue voltaram a afetar voos do Brasil e de países vizinhos neste domingo, 16. A companhia aérea TAM informou, por meio de nota, que cancelou os voos com origem e destino aos aeroportos de Buenos Aires (Ezeiza e Aeroparque) e de Montevidéu, no Uruguai (veja lista no fim da página). O vulcão chileno interrompeu o tráfego aéreo da região após uma erupção em junho deste ano.

“Precisamos que a nuvem de cinzas passe antes de retomar as operações do aeroporto (Aeroparque)”, afirmou o secretário de transportes argentino Juan Pablo Schiavi, em declaração a TVs locais. Segundo ele, o aeroporto argentino atende voos domésticos e regionais.

No Uruguai, foram 15 partidas canceladas em Montevidéu, segundo informações da agência de notícias AFP. Além da TAM, as companhias aéreas Pluna e Lan também tiveram suas operações uruguaias afetadas.

Veja a lista de voos cancelados:

JJ 8020  de Porto Alegre para  Aeroparque – Buenos Aires

JJ 8021  de Aeroparque – Buenos Aires para Porto Alegre

JJ 8005  de Ezeiza – Buenos Aires para Guarulhos – São Paulo

JJ 8013  de Ezeiza – Buenos Aires para Galeão – Rio de Janeiro

JJ 8047  de Montevidéu para Guarulhos – São Paulo

JJ 8018  de Guarulhos – São Paulo para Ezeiza – Buenos Aires

JJ 8019  de Ezeiza – Buenos Aires para Guarulhos – São Paulo

JJ 8012  de Galeão – Rio de Janeiro para Ezeiza – Buenos Aires

JJ 8010  de Guarulhos – São Paulo  para Ezeiza – Buenos Aires

JJ 8046  de Guarulhos – São Paulo para Montevidéu

Fonte: Agência Estado

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Vulcão chileno afeta voos de cinco companhias no Brasil

Vulcão Puyehue continua expelindo grande quantidade de cinzas

O Aeroporto Internacional de Guarulhos (Cumbica), o Salgado Filho, em Porto Alegre, e o Galeão, no Rio, têm voos cancelados da Aerolíneas Argentinas, LAN, Pluna, TAM e Qatar no início da noite desta sexta-feira, 8. A causa é a volta das cinzas do vulcão chileno ao espaço aéreo no sul do Brasil e países vizinhos, informou a Infraero.

Os voos para os aeroportos Aeroparque e Ezeiza, em Buenos Aires, foram suspensos na manhã desta sexta-feira. O Comitê de Emergência anunciou que todos os voos estão suspensos, tanto as chegadas quanto as partidas. O vulcão voltou a lançar cinzas no espaço aéreo no último dia 4.

A LAN disse ainda que o voo da manhã para Buenos Aires foi cancelado, mas o da noite está mantido. A TAM confirmou dois cancelamentos para o Uruguai, e a GOL afirmou que opera normalmente.

Às 17h45, os aeroportos brasileiros tinham 354 voos atrasados (18.5%) e 89 (4.6%) cancelados entre os 1917 programados, segundo a Infraero. Cumbica contabilizava 39 atrasos (23.6%) e 11 (6.7 %) cancelamentos entre os 165 programados.

Cumbica

A Aerolíneas Argentinas cancelou três chegadas no Aeroporto de Guarulhos na tarde desta sexta-feira, 8. Dois voos viriam de Buenos Aires (01274 às 13h05 e 01220 às 14h) e outro chegaria de San Carlos De Bariloche (01298 às 0h30 do sábado, 9.)

Ainda foram suspensas quatro partidas da Aerolíneas Argentinas para Buenos Aires (01275 às 13h15, 01221 às 15h25, 01225 às 23h30 e 01277 às 20h40).

Já a LAN suspendeu apenas uma chegada de Santiago (00774 às 13h30) e mais uma partida para o mesmo destino (00775 às 14h15).

A Pluna cancelou uma chegada de Montevidéu (00624 às 14h50) e duas partidas para a capital do Uruguai (00625 às 15h30 e 00237 às 22h30). Um voo da Pluna está atrasado para seguir para Montevidéu (00619 às 13h15).

A TAM cancelou um voo ida e outro de volta de Montevidéu (08046 e 08047). A Qatar cancelou uma partida para Buenos Aires (00921 às 17h40).

Salgado Filho

Entre 13h às 18h foram suspensas quatro partidas e mais três chegadas em função das cinzas.

Das chegadas canceladas, um voo foi da Aerolíneas Argentinas que sairia de Buenos Aires (01228 às 13h20) e mais um da Gol (07489 às 17h09) com origem também em Montevidéu.

A Pluna teve uma chegada suspensa de Montevidéu (00626 às 14h11) e uma partida com o mesmo destino cancelada (00627 às 14h57).

Ds partidas programadas e canceladas, uma delas iria para Montevidéu (07488 às 13h15) da Gol, outra duas para Buenos Aires da Aerolíneas Argentinas (01229 às 14h e 01277 às 20h40), mais uma para Punta de Leste da BQB Linhas Aéreas (02315 às 14h) e outra iria de Rivera para Montevidéu (00619 às 18h45), no Uruguai.

Rio

No Aeroporto do Galeão, duas chegadas da Pluna de Montevidéu foram suspensas nesta sexta-feira (00222 às 14h39 e 00616 às 14h39). Também outras duas partidas com o mesmo destino foram canceladas (00223 às 15h30 e 00617 às 15h30).

Instabilidade

O processo da erupção continua e é possível que volte a apresentar um aumento na atividade. Os perigos vulcânicos se reduzem a queda de cinzas finas e lahares (movimento de massa das regiões vulcânicas) secundários, informou o Serviço Nacional de Geologia e Mineração do Chile (Sernageomin) em boletim emitido na quinta-feira.

Fonte: Agência Estado

Cinzas de vulcão chileno interrompem voos na Austrália

Airbus A380 da Qantas em Sydney

A nuvem de cinzas proveniente de um complexo vulcânico no Chile provocou o caos na aviação australiana e levou a principal companhia aérea do país, a Qantas, a cancelar voos de e para o principal aeroporto da Austrália na terça e na quarta-feira.

A empresa Virgin Australia também cancelou nesta terça-feira voos domésticos de e para Sydney e outras importantes cidades do país.

A porta-voz da Qantas, Olivia Wirth, disse que permaneceriam em solo durante toda a quarta-feira os aviões que fariam trajetos tendo como ponto de partida ou destino os aeroportos de Sydney, Melbourne e da capital, Canberra.

Segundo Wirth, os cancelamentos afetariam mais de 200 voos e cerca de 20 mil passageiros por dia. Os voos internacionais esperados em Sydney nesta terça-feira à noite seriam desviados para a cidade de Brisbane, declarou.

“Nós, de fato, esperamos novos atrasos nas próximas 24 a 48 horas”, disse Wirth a repórteres, acrescentando que a Qantas recebe a cada três horas informações atualizadas sobre a nuvem de cinzas.

As cinzas lançadas pelo complexo vulcânico de Puyehue-Cordón Caulle, que entrou em erupção no dia 4 de junho, depois de décadas inativo, forçou o cancelamento de centenas de voos nas últimas semanas por causa do risco potencial de a cinza danificar os motores dos jatos.

O impacto foi sentido especialmente na Argentina e Uruguai, mas também prejudicou os vôos na Nova Zelândia, Austrália e Brasil. Na América do Sul, no entanto, a situação já foi normalizada.

A nuvem afetou pela primeira vez os voos entre a Nova Zelândia e a Austrália há dez dias, o que levou ao cancelamento de várias viagens.

PREVISÃO DE MELHORA

Na manhã desta terça-feira, a Qantas informou ter desviado voos procedentes de Johanesburgo e Cingapura para Brisbane, retardado dois outros vindos de Los Angeles e cancelado seis entre a Austrália e a Nova Zelândia. O aeroporto de Sydney informou ter cancelado voos para o Havaí e Bali, na Indonésia.

A Qantas também adiou dois voos para Londres e um para Frankfurt, disse outro porta-voz.

O órgão australiano que monitora as cinzas informou que a nuvem percorreu mais de 4 mil quilômetros em 24 horas e fortes ventos a tinham conduzido em direção ao sudeste da Austrália, mas a previsão era que o céu estaria limpo na até a noite de quarta-feira.

(Reportagem de Sonali Paul e James Grubel em Canberra)

Fonte: Agência Estado

Vulcões vão continuar ameaçando a aviação, diz especialista

 

As cinzas vulcânicas que tantos problemas têm causado ao tráfego aéreo em diversas regiões do planeta vão continuar sendo um risco permanente à aviação, disse à BBC Brasil a vulcanologista Marianne Guffanti, do US Geological Survey (USGS, agência de pesquisa geológica ligada ao governo americano).

Segundo Guffanti, que há 15 anos atua na área de riscos à aviação, o fenômeno não é novo. O que mudou nos últimos anos, diz a cientista, não foi a intensidade das erupções, e sim do tráfego aéreo.

“Esse fenômeno é conhecido há mais de 30 anos”, afirma Guffanti. “Mas agora o espaço aéreo está tão cheio que os riscos são muito altos.”

Em um dos episódios mais recentes, a erupção do vulcão chileno Puyehue vem provocando há vários dias cancelamentos de voos em diversos países da América do Sul, na Austrália e na Nova Zelândia.

Nesta semana, países do Leste da África tiveram de cancelar voos devido à erupção do vulcão Nabro, na Eritreia.

De acordo com a vulcanologista, novos problemas podem ocorrer a qualquer momento e em praticamente qualquer região onde haja atividade vulcânica.

“É um risco contínuo”, diz Guffanti. “É muito difícil prever.”

Incidentes

A especialista do USGS diz que, nos últimos 30 anos, houve pelo menos 26 incidentes graves com aviões provocados por nuvens de cinzas vulcânicas.

Em nove deles, as turbinas das aeronaves chegaram a parar de funcionar durante o voo.

Guffanti afirma que um dos primeiros registros de encontros entre aviões e nuvens de cinzas vulcânicas de que se tem notícia ocorreu em 1980, durante a erupção do Monte Santa Helena, no Estado americano de Washington.

Na época, diz a cientista, houve uma série de episódios em que aeronaves militares se depararam com as nuvens de cinzas expelidas pelo vulcão.

Nos anos seguintes, outros episódios envolvendo aeronaves e nuvens de cinzas voltaram a ocorrer em diferentes partes do planeta onde havia vulcões em erupção.

Informação

Foi somente no ano passado, porém, durante a erupção do vulcão Eyjafjallajökull, na Islândia, que o problema ganhou projeção mundial.

As nuvens de cinzas expelidas pelo vulcão mergulharam a Europa em um caos aéreo, com cancelamento de milhares de voos, fechamento de aeroportos em diversos países e um prejuízo calculado em bilhões de dólares.

“Antes daquele episódio na Islândia, as pessoas não sabiam que, enquanto elas viajam, digamos, de Chicago ao Japão, há uma equipe de especialistas nos bastidores monitorando as cinzas de vulcões”, diz Guffanti.

De acordo com a cientista, à medida que aumentou o conhecimento sobre os riscos das nuvens de cinzas às aeronaves, estabeleceram-se regras mais detalhadas para disseminar informações no setor de aviação mundial.

Além disso, hoje há mais sensores em satélites que podem detectar as nuvens de cinzas com maior precisão.

“O que aconteceu nos últimos anos foi uma combinação de novas tecnologias para detectar as nuvens de cinzas e uma melhor estratégia de comunicação e de distribuição de informações ao redor do mundo”, afirma.

Fonte: BBC Brasil / Agência Estado

Voos voltam ao normal com reabertura de aeroportos do Cone Sul

 

Os dois principais aeroportos de Buenos Aires, aeroporto internacional de Ezeiza e o Jorge Newbery (Aeroparque), e o aeroporto internacional de Montevidéu estão abertos para pousos e decolagens, depois dos cancelamentos registrados desde domingo devido às cinzas do vulcão chileno Puyehue.

Segundo informações dos aeroportos argentinos, voos das companhias aéreas brasileiras TAM e GOL aterrissaram e decolaram nesta quarta-feira, 15, em Ezeiza e Aeroparque com destino ao Rio de Janeiro e a São Paulo.

Mas no site dos aeroportos foi publicada uma advertência orientando os passageiros a ligarem para a Administração Nacional de Aviação Civil (Anac) da Argentina e para as empresas aéreas, já que alguns voos podem ter sido remarcados.

Dos 41 voos que aterrissaram no aeroporto de Ezeiza até a manhã desta quarta-feira, cinco foram cancelados. As companhias aéreas LAN e Aerolíneas Argentinas informaram que voltavam a operar pela manhã, o que já tinham feito as empresas brasileiras.

 

Montevidéu

O aeroporto de Montevidéu também opera quase normalmente. Dos 18 voos que decolaram na manhã desta quarta, apenas três foram cancelados.

Muitos passageiros que lotavam o saguão esperavam para embarcar desde domingo, quando o espaço aéreo uruguaio voltou a ser fechado.

Segundo o jornal Clarín, mais de mil passageiros argentinos estavam no aeroporto de Miami desde domingo, aguardando a reabertura dos aeroportos de Buenos Aires.

Os voos continuam suspensos para as principais cidades da Patagônia, como Bariloche, na província de Rio Negro, e Villa La Angostura, na província de Neuquén.

As operações aéreas para estas cidades foram canceladas logo depois que o vulcão entrou em erupção, no dia 4 de junho.

Segundo a Secretaria de Turismo de Bariloche, a expectativa é que os voos sejam retomados no dia 21 de junho.

Já os funcionários do Departamento Municipal de Promoção de Turismo (Emprotur) disseram à BBC Brasil que esperam que o aeroporto de Bariloche esteja liberado depois do dia 30 de junho.

“Estamos monitorando a situação a cada momento. Tudo depende do comportamento das cinzas e dos ventos.”

A situação é mais critica em Villa la Angostura, que está a 40 quilômetros do vulcão. Ali, casas, hotéis, lagos, piscinas, ruas e estradas foram cobertos pelas cinzas.

O fornecimento de luz também foi afetado e as imagens pouco lembram o destino turístico que atrai principalmente as classes altas do país e do exterior.

“Ninguém governa o vulcão. Por isso, não podemos falar sobre prazos ou datas de quando a situação estará normalizada. Enquanto o vulcão continuar em atividade, não podemos prever quando a nossa temporada de inverno começará com certeza. É uma situação difícil”, disse Ricardo Alonso, prefeito de Villa La Angostura.

Fonte: BBC e Agência Estado

Na África, outro vulcão ameaça tráfego aéreo

 

Santiago (Chile) – Depois de uma semana marcada por cancelamentos de voos na América do Sul por causa do vulcão chileno Puyehue, agora o tráfego aéreo da África também enfrenta problemas, com a erupção do Dubbi, na Eritreia. Embora o número de pousos e decolagens na região não seja grande, a nuvem de cinzas pode prejudicar outros continentes.

O vulcão entrou em erupção depois que série de terremotos atingiu o país africano no domingo. Especialistas temem que haja prejuízo ao tráfego aéreo na Jordânia, Egito Arábia Saudita. Após a erupção do Dubbi, a secretária de Estado americana, Hillary Clinton, teve que abreviar uma visita à África.

Ontem, ainda devido ao Puyehue, os dois aeroportos da capital argentina, Buenos Aires, fecharam durante parte do dia, assim como aeroportos uruguaios e chilenos. Quase 70 voos foram cancelados no Brasil. De acordo com a Aeronáutica, as cinzas, que estavam ontem na fronteira do Brasil com o Uruguai, não devem avançar sobre o espaço aéreo brasileiro.

Fonte: http://odia.terra.co…reo_171089.html

Cinzas de vulcão seguem perdendo intensidade no Brasil, diz FAB

 

A intensidade das cinzas do vulcão chileno Puyehue diminuiu “sensivelmente” sobre o território brasileiro, segundo comunicado divulgado na noite desta terça-feira pela FAB (Força Aérea Brasileira), com base no boletim do Volcanic Ash Advisory Centre, da Argentina (VAAC).

“A nuvem de cinza vulcânica (…) agora está restrita a uma estreita faixa que se estende desde a capital argentina até Florianópolis (SC), passando pelas cidades gaúchas de Santa Maria, Bagé e Porto Alegre”, diz o comunicado.

No final da tarde de terça, empresas aéreas brasileiras já haviam anunciado a retomada de seus voos regionais.

A TAM informou que a partir das 17h começou a retomar suas operações para Buenos Aires e Montevidéu.

E a Gol também voltou a operar nas capitais argentina e uruguaia, além de em Rosário (Argentina). A empresa afirmou, em seu blog, que estudos de uma consultoria meteorológica identificaram que “a densidade da nuvem nas áreas a serem sobrevoadas, hoje (terça), é cem vezes menor que o limite internacionalmente aceito para que se realizem operações aéreas”. Por isso, a Gol disse ter condições para retomar “decolagens seguras”.

A FAB também citou em seu comunicado um dado do Centro de Gerenciamento da Navegação Aérea (CGNA), afirmando que a concentração de cinzas está a menos de 800 metros do solo, “abaixo da altitude utilizada pelas aeronaves comerciais”.

O comunicado destaca que a situação está sujeita a alterações provocadas pelas condições meteorológicas e pelas erupções do Puyehue.

Na Argentina, porém, a situação nos aeroportos continuava complicada.

Até por volta das 21h de terça, o jornal La Nación informava que os voos das companhias aéreas Aerolíneas e LAN continuavam suspensos no Aeroparque, localizado dentro de Buenos Aires. A LAN também havia cancelados voos no aeroporto internacional de Ezeiza.

No final da tarde, a agência estatal de aviação civil do país informou que “as cinzas ainda mantêm um efeito residual sobre o Aeroparque”.

A orientação é que os passageiros se informem sobre os voos antes de se dirigir aos aeroportos.

Em Montevidéu, o jornal El País relatou nesta terça que o aeroporto internacional da cidade estava retomando suas operações.

 

Ban Ki-moon

Na segunda-feira, o secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, teve de fazer uma viagem de nove horas em ônibus comercial entre as cidades argentinas de Córdoba e Buenos Aires, depois que seu voo foi desviado por causa das cinzas do vulcão chileno.

O avião de Ban decolou de Bogotá, na Colômbia, com destino à capital argentina, mas teve de ser desviado para Córdoba depois que a nuvem vulcânica fechou o aeroporto de Buenos Aires.

De Córdoba, a 700 quilômetros da capital, ele e sua comitiva embarcaram em um ônibus comercial para uma viagem de nove horas, segundo confirmou um assessor da ONU à BBC Brasil.

Mais tarde, ao ser recepcionado pela presidente da Argentina, Cristina Kirchner, ele ouviu pedidos de desculpas pelo transtorno aéreo provocado pelos resíduos vulcânicos.

“São questões do clima, impossíveis de controlar. E contra essa questão não podemos (agir) nem mesmo com um decreto”, disse a presidente. Ban afirmou que foi uma experiência “singular”, da qual ele não se arrependeu.

Fonte: Agência Estado