Air Canada Brasil registra 91,4% de ocupação em junho

Boeing 767 da Air Canada

A Air Canada Brasil superou a média de ocupação global da empresa no mês de junho. Com uma taxa de 91,4% registrada no período, a base brasileira superou as expectativas.

Em junho a média global de 84,2% da companhia de bandeira canadense ficou um pouco menor que o percentual de 84,7% registrado no mesmo mês de 2010. A redução foi de 0,5%, com um incremento de 2,5% do sistema de tráfego, sobre um aumento de capacidade de 3% em todo o sistema. A Air Canada reporta os resultados do tráfego em uma base do sistema, incluindo linhas aéreas regionais, das quais a empresa compra a capacidade.

“Para o mês de junho a Air Canada reportou um load factor de 84,2%. Liderados pelo aumento do tráfego na América latina e nos mercados com sol, por meio do aumento da utilização da frota existente geramos um crescimento de 2,5% no sistema de tráfego, sobre um aumento de 3% da capacidade” disse Calin Rovinescu, presidente e CEO da Air Canada, que completa: ” Em 30 de junho transportamos mais de 122 mil passageiros, um recorde para um único dia, em que caminhamos para o pico da alta temporada de viagens do verão. Eu quero agradecer aos nossos funcionários pelo compromisso de cuidar dos clientes e de transportá-los em segurança até seus destinos”, concluiu.

Fonte: www.mercadoeeventos.com.br

TAP conquista mais mercado brasileiro

Airbus A330 da TAP

A TAP transportou 29,2% de todos os passageiros que em 2010 voaram entre o Brasil e a Europa, segundo as estatísticas da autoridade aeronáutica brasileira (ANAC), nas quais se vê que a TAP ganhou 2,8 pontos de quota de mercado e distanciou-se da concorrência europeia.

O Anuário da ANAC relativo ao ano de 2010 divulgado ontem indica que depois da TAP a maior companhia em número de passageiros transportados entre o Brasil e a Europa é a brasileira TAM, com 23% do mercado, e que, comparando com 2009, também tem um ligeiro ganho de quota de mercado, em 0,2 pontos.

Seguem-se três companhias europeias, mas todas elas com quotas de mercado menores em 2010 que em 2009.

A primeira deste grupo é a Air France, com 13,3% e depois vêm a Iberia, com 10%, e a Lufthansa, com 6,2%.

Em 2009, segundo o Anuário publicado no ano passado pela ANAC, a Air France tinha 14,9%, a Iberia tiha 10,6% e a Lufthansa, 6,8%.

A posição da TAP leva a que Portugal seja a primeira origem/destino de passageiros internacionais no Brasil e a terceira a nível mundial, depois dos Estados Unidos e da Argentina.

Os dados publicados pela ANAC indicam que no ano passado Portugal foi não só a rota mais voada, como a que mais cresceu de e para a Europa, tendo um aumento de 24,7%, que corresponde a mais 285.248 passageiros que há um ano, atingindo um total de 1.440.507.

Depois de Portugal surge França, que é a segunda origem/destino na Europa, mas que no ano passado teve um “magro” crescimento de 1,8% (+18.443), para 1.016.575 passageiros.

Segue-se Espanha, com 682.877 passageiros, +11,4% ou mais 70 mil que há um ano, Alemanha, com 603.830 (+10,3% ou mais 56.426), Itália, com 404.060 (+1,6% ou mais 6.487), Reino Unido, com 381.029 (+11,9% ou mais 40.392), e Holanda, com 193.549 (+5,4% ou mais 9.847).

As sete principais rotas europeias somaram, portanto, 4.722.427 passageiros em 2010, +11,5% ou mais 486.843 que em 2009, com Portugal a representar 58,6% do crescimento e a passar de 27,3% deste conjunto há dois anos para 30,5% no ano passado.

Olhando à evolução nos últimos cinco anos (2006-2010), os dados da ANAC mostram que o tráfego Portugal – Brasil teve um aumento médio de 47,4%, acima do que foi o aumento médio das sete principais rotas europeias de e para o Brasil, que foi de 31,4%.

A rota de e para Portugal teve um aumento de 463.078 passageiros, o que por equivale a 41% do aumento de passageiros nas sete principais rotas europeias (1.129.137).

Os dados da ANAC mostram que o crescimento dos voos de e para Portugal só é suplantado pelo das ligações do Brasil com os Estados Unidos e a vizinha Argentina.

Entre 2006 e 2010 o tráfego Brasil – EUA cresceu em média 35,3%, o que significou um aumento de 844.921 passageiros, e o Brasil – Argentina aumentou 55,7% ou 991.541 passageiros.

O Brasil – EUA foi a primeira rota internacional em 2010, com 3.240.566 passageiros, +17,4% ou mais 479.537 que em 2009, e segue-se o Brasil – Argentina, com 2.771.722, +38,5% ou mais 771.722 que há um ano.

A liderança do Brasil – EUA é da American Airlines, com 31,9% do total, seguida da TAM, com 29,7%, Delta Airlines, com 15,2%, Continental Airlines, com 10,5%, e United Airlines, com 8,6%.

Na rota Brasil – Argentina, a liderança é da GOL/VRG, com 39,4% dos passageiros transportados, seguida da TAM, com 32,4%, da Aerolíneas Argentinas, com 16,8%, e da LAN Argentina, com 5,3%.

Fonte: Presstur

Aéreas acumulam perda de R$ 5,7 bi em cinco anos

 

A aviação comercial brasileira amargou, no ano passado, uma perda de R$ 640,8 milhões com a sua atividade principal, o transporte de passageiros no país e no exterior, conforme divulgou ontem o Anuário do Transporte Aéreo de 2010, da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac). Nos últimos cinco anos, as empresas brasileiras acumulam prejuízo de R$ 5,7 bilhões. Nesse mesmo período a demanda doméstica cresceu 96%.

O levantamento da Anac considera o chamado resultado de voo, que exclui operações financeiras e receitas auxiliares (venda de lanche a bordo, por exemplo). Os principais itens levados em conta nesse critério são venda de passagens, transporte de carga, fretamentos e mala postal.

Guerra tarifária, alta do preço do barril de petróleo e crises econômicas externas, na avaliação de especialistas, explicam porque é difícil o setor aéreo ganhar dinheiro. Companhias aéreas, por sua vez, contestam o critério da Anac e afirmam que pode haver erro nos cálculos.

De acordo com a Anac, o anuário foi enviado para todas as companhias no início de maio. A agência informou que deu prazo a elas até o dia 20 de maio para contestações. Segundo a Anac, nenhuma empresa se manifestou nesse período e qualquer informação enviada que esteja errada e que exija uma nova versão está sujeita a penalidades como multa.

“Esse tipo de resultado não é exclusivo do Brasil. Esse é um setor que destrói valor, com excesso de capacidade, margens de lucro pequenas e forte influência de qualquer fator externo”, afirma o especialista em aviação da consultoria Bain & Company, André Castellini.

Pelos dados da Anac, no ano passado a TAM teve o pior resultado de voo, negativo em R$ 840,7 milhões. Em contrapartida, a rival Gol obteve o melhor desempenho nesse critério, de R$ 376,4 milhões. A Azul também teve desempenho positivo, com R$ 57,4 milhões. Também tiveram perdas a Avianca (R$ 65,2 milhões), a Webjet (R$ 38 milhões) e a Trip (R$ 25,3 milhões).

“Quando você tem uma estrutura de custo adequada é possível fazer dinheiro”, afirma o vice-presidente financeiro e de relações com investidores da Gol, Leonardo Pereira. De acordo com ele, a indústria em geral, no entanto, coloca mais capacidade do que pode absorver, o que leva justifica prejuízos como o apurado pelo anuário da Anac.

“Deve haver algum defeito nas planilhas. Temos registrado crescimento e lucro ao mesmo tempo”, afirma o diretor de marketing e vendas da Trip, Evaristo Mascarenhas. Ele destaca que, no ano passado, a Trip registrou receita de R$ 747 milhões, o que corresponde a um crescimento de 66,2% na comparação com igual período do ano anterior.

A TAM também contesta os dados da Anac. “O dado que reflete a realidade dos resultados da companhia no Anuário do Transporte Aéreo é o que pode ser encontrado na planilha 4.2 – Demonstração do Resultado de Exercício -, onde lê-se que o lucro líquido das operações aéreas da companhia, no ano de 2010, foi de R$ 590 milhões”, informou a companhia.

Para Castellini, contribuiu para o resultado negativo do setor aéreo, no ano passado, a intensa competição por tarifas mais baixas travada principalmente pela TAM e pela Gol, que respondem por cerca de 80% da demanda de vos domésticos.

“A disputa acirrada entre a TAM e a Gol se manifesta com mais capacidade de assentos. Mas como há gargalo nos aeroportos das principais cidades, essa capacidade adicional é colocada em mercados menos rentáveis”, diz Castellini.

O anuário da Anac também mostrou a capacidade das empresas aéreas de honrar seus compromisso de curto prazo. É o índice de liquidez corrente, que mostra quantos reais a empresa tem para cada R$ 1 de dívida de curto prazo.

Por essa avaliação, entre as empresas de transporte aéreo de passageiros, a Gol teve a melhor performance, com R$ 1,54. Em segundo está a Trip (R$ 0,97), seguida pela Webjet (R$ 0,94), Avianca (R$ 0,65), TAM (R$ 0,64) e Azul (R$ 0,50).

Fonte: Valor Econômico, 05/07/2011 (Caderno B; pág.4)

Gol, Azul e Air Minas lideram em eficiência operacional

Boeing 737 da Gol

A Gol/Varig foi a empresa aérea que apresentou o maior índice de eficiência operacional no ano passado: 84%, ante a média do setor, de 77%. O dado foi divulgado nesta segunda-feira pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac). Em segundo lugar ficaram as empresas Azul e Air Minas, com 83%. A TAM obteve índice de eficiência de 75%, enquanto a Avianca, 78%, a Trip, 72%, e a Webjet, 69%.

Com relação ao resultado financeiro, a companhia aérea que apresentou a melhor margem líquida em 2010 foi a TAM: 5%, seguida pela Gol (4%), a Webjet e a Trip (ambas com 3%). A Azul e a Avianca apresentaram margem líquida negativa, de -10% e -11%, respectivamente.

O tráfego aéreo brasileiro doméstico, composto por voos com origem e destino dentro do País, cresceu 4% em relação ao ano de 2009. Assim, a participação internacional de voos com destino fora do Brasil no total de rotas operadas por empresas aéreas brasileiras diminuiu, passando de 10% em 2009 para 6% em 2010.

O Aeroporto Internacional de São Paulo, em Guarulhos, superou em 2010 a oferta doméstica do Aeroporto de Congonhas (zona sul de São Paulo). Aeroporto exclusivamente doméstico, Congonhas manteve seus 75 mil voos programados, enquanto Guarulhos passou de 65 mil voos domésticos, em 2009, para cerca de 80 mil no ano passado.

Já as operações internacionais de Guarulhos, que somavam 20 mil voos, chegaram a cerca de 30 mil voos. As companhias brasileiras aumentaram sua participação no aeroporto de Guarulhos e foram responsáveis por 82% das operações, em 2010, enquanto em 2009 eram responsáveis por 81,3%.

De acordo com o documento da Anac, a ponte aérea Rio-São Paulo é a rota brasileira com a maior quantidade de assentos e voos oferecidos. No mercado doméstico, essa ligação representou 5% dos assentos oferecidos e 4,7% dos voos realizados no Brasil em todo ano de 2010. A ponte aérea é operada entre os aeroportos de Congonhas e Santos Dumont, exclusivamente domésticos, e registrou cerca de 5,7 milhões assentos oferecidos e quase 40 mil voos realizados.

A segunda rota mais movimentada é a ligação entre Congonhas e Brasília, com cerca de 2,7 milhões assentos oferecidos e 17 mil voos realizados. A terceira e a quarta rota fazem a ligação Guarulhos-Salvador e Congonhas-Confins (MG).

Internacional

O ano de 2010 fechou com cerca de 3,24 milhões passageiros pagos transportados entre Estados Unidos e o Brasil, a maior média registrada desde 2002. Nos últimos oito anos o número de passageiros transportados entre os dois países quase dobrou. Já os outras origens/destinos mais procurados pelos passageiros são a Argentina, que registrou cerca de 700 mil passageiros transportados a mais em relação a 2009, Portugal, que fechou o ano de 2010 com cerca de 1,4 milhão passageiros transportados, e França, que recebeu quase o dobro de passageiros em 8 anos, passando de 560 mil para 1,016 milhão.

De acordo com o levantamento da Anac, os passageiros da Região Sudeste foram os que mais viajaram no ano de 2010: cerca de 32 milhões de passageiros transportados com origem no Sudeste para as outras regiões do Brasil. Em seguida ficou o Nordeste, com 14 milhões de passageiros.

Carga

Com relação ao mercado de carga, a rota doméstica Guarulhos – Manaus é a que mais transporta carga aérea. Em 2010, foram transportadas 98.337 toneladas entre as duas cidades, o que representou um aumento de 40% na quantidade de carga transportada em relação a 2009. O volume é mais do que o triplo da segunda rota ranqueada, que foi de 20 mil toneladas, entre Guarulhos – Fortaleza.

Já o aeroporto de Manaus manteve a terceira posição entre os 20 que mais movimentam cargas no Brasil. O número registrado, em 2010, chegou a 175 mil toneladas de carga embarcada e desembarcada por empresas brasileiras e estrangeiras. A primeira e a segunda posição ficaram com os aeroportos de Guarulhos e Campinas, em São Paulo, com mais de 600 mil toneladas juntos.

Fonte: Agência Estado

Número de passageiros embarcados cresceu 22% em 2010, diz Anac

 

As principais companhias aéreas brasileiras registraram índices de regularidade acima dos 90% ao longo de 2010. Dessas, a maioria registrou cerca de 80% no índice de pontualidade. No ano passado, houve crescimento de 22% no número de passageiros embarcados em voos regulares e não regulares com origem no Brasil, para qualquer destino, nas empresas brasileiras, comparado a 2009. Foram 74 milhões de embarques – 71 milhões em voos domésticos e 2 milhões em voos internacionais.

Esses são alguns dos dados que constam no Anuário do Transporte Aéreo referente a 2010, divulgado nesta segunda-feira, 4, pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac). O documento está disponível na internet. O anuário traz informações revisadas e consolidadas de 31 companhias aéreas brasileiras e ainda de 57 empresas estrangeiras que realizaram voos de passageiros e carga com origem ou destino no Brasil no ano de 2010.

No anuário, a Anac disponibiliza também estatísticas por aeroporto, por companhias aéreas, por rotas – domésticas e internacionais -, informações sobre movimento de passageiros e de carga, frota de aeronaves por companhia, quantidade de voos, número de localidades atendidas, um acompanhamento dos preços praticados no setor (por meio do indicador Yield Tarifa), além de dados sobre participação de mercado e informações econômico-financeiras. O objetivo é permitir estudos sobre o setor e um acompanhamento amplo da evolução do transporte aéreo brasileiro.

Nesta edição, a Anac mantém o formato da edição do ano anterior reunindo dados estatísticos e econômicos em um único volume, assim como eram feitas as primeiras publicações do Anuário, na década de 70. A edição faz parte do processo de reformulação e modernização dos procedimentos da Agência, que vem substituindo gradualmente os atuais sistemas de coleta, processamento e divulgação de informações, contribuindo para a modernização das rotinas e procedimentos para fornecimento de informações.

Fonte: Agência Estado

Paris Air Show: Demanda aquecida na Índia impulsiona vendas de aviões

Boeing 777 da Jet Airways

As companhias aéreas da Índia saíram do salão de aviação Paris Air Show com um terço dos pedidos de aviões na última semana, uma aposta de 23 bilhões de dólares de que o transporte aéreo vai superar os trens apesar da grande lista de obstáculos.

A AirAsia, da Malásia, gerou o maior burburinho com um pedido recorde de 200 aviões, pouco acima do feito pela companhia indiana de baixo custo IndiGo, de 180 aeronaves. A GoAir também fez um pedido para 72 Airbus, por 6,6 bilhões de dólares.

“Foi uma febre em Paris com pedidos da Índia provando que a indústria está em ótima forma. É tudo parte da mudança no poder econômico do Ocidente para o Oriente,” disse o estrategista sênior da BGC Partners Howard Wheeldon.

As companhias aéreas da Índia têm pedidos avaliados em 40 bilhões de dólares, mas analistas disseram que a capacidade do setor de crescer será testada pelos altos preços de combustível, infraestrutura pobre, dívidas e taxas de juro que estão frequentemente subindo.

“Até agora, parece exagerado que a Índia precise de tantos aviões porque o país não possui infraestrutura para lidar com isso,” disse Kishor Ostwal, presidente do conselho da empresa de pesquisas CNI. “Nós precisamos esperar para ver se teremos a infraestrutura para suportar outros 300 a 400 aviões nos próximos anos. Até agora, as companhias aéreas não conseguem espaço para pousar nas principais rotas e isso aumenta ainda mais os custos operacionais,” acrescentou.

Houve melhorias, como a maior via expressa elevada do país ligando a congestionada cidade de Hyderabad ao seu aeroporto, mas analistas afirmam que há muito trabalho pela frente. A conectividade segue inadequada em boa parte da Índia e infraestrutura de aeroportos não existe em várias cidades menores.

Ainda assim, as companhias aéreas estão aumentando suas frotas conforme cresce a demanda na Índia, acompanhando o crescimento econômico de quase 9 por cento com uma crescente classe média que estava acostumada a viajar de trem e agora começa a optar pelo ar.

“No início dos anos 2000, havia 100 grandes aviões de passageiros na Índia para 1 bilhão de pessoas; agora, há 300 aviões para 1,2 bilhão. A razão é extremamente pequena,” disse Kiran Rao, vice-presidente executivo de vendas da Airbus. No mesmo período, a quantidade de aviões sendo produzidos no país subiu de apenas de 12 em 2000 para mais de 500 depois da feira.

Como contraste, a China, que deve também ter crescimento dramático, começa com 1.400 grandes aviões para 1,3 bilhão de pessoas.

A principal companhia aérea indiana, Jet Airways, a estatal Air India e a empresa de baixo custo SpiceJet somam mais de 12 bilhões de dólares em pedidos.

Fonte: Reuters

Demanda por voos domésticos cresce 28,67% em maio

TAM ampliou liderança no mercado doméstico e internacional

A demanda por voos domésticos cresceu 28,67% em maio ante igual mês do ano passado, informou hoje a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac). A TAM manteve a liderança, com 44,43% de participação no mercado doméstico, enquanto a Gol ficou com 35,39%.

Em maio, as empresas de menor porte totalizaram uma parcela de 20% de participação. Entre elas, a Azul é a que ficou com a maior fatia (8,07%), seguida por WebJet (5,16%), Trip (3,05%) e Avianca (2,94%). Ainda no segmento doméstico, a oferta cresceu 15,34% em maio e a ocupação chegou a 67,09% ante 60,13% em maio de 2010.

Já a demanda por voos internacionais operados por empresas brasileiras cresceu 21,55% em relação a maio do ano passado. Nestas rotas, a TAM ampliou a liderança no setor e agora detém 89,62% do mercado. A Gol possui 9,20% e a Avianca, 1,15%. No mesmo período, a oferta de assentos aumentou 13,54% e a taxa de ocupação atingiu a marca de 79,25%.

Fonte: Agência Estado