Delta não vai aumentar participação na Gol

Boeing 777-200LR da Delta

Durante apresentação à imprensa mundial realizada há pouco, o CEO da Delta, Richard Anderson (foto), afirmou que não pretende aumentar a participação acionária da aérea americana na Gol, e chegar assim aos 20% permitidos pela legislação brasileira. “Não sei de onde veio esta informação”, disse, acrescentando que está satisfeito tanto com a atual parceria com a Gol, quanto com a Aeromexico, fatores que “fortalecem a presença da Delta na América Latina e os planos de crescer na região”.

Anderson enalteceu o trabalho desenvolvido por Constantino Oliveira, presidente e fundador da Gol. “Ele fez um trabalho fantástico com a criação da empresa. Provavelmente a Gol é o case mais marcante de sucesso na aviação, pois o que a companhia conseguiu fazer em dez anos, poucas conseguiram no mundo. Este é só o começo de uma relação com a Gol. Queremos fortalecê-la ainda mais e crescer com ela assim como crescemos com nossos parceiros ao redor do mundo”, disse Anderson, referindo-se a empresas como Air France, KLM e Alitalia. “O objetivo é crescer com as parcerias.”

Perguntado por um jornalista inglês sobre um possível interesse na American Airlines, o CEO da Delta preferiu não comentar o assunto, pois a companhia está “em uma política de discrição sobre a consolidação áerea nos Estados Unidos”.

Fonte: www.panrotas.com.br

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Delta Airlines reverte prejuízo e lucra US$ 124 milhões

 

Delta Air Lines | Boeing 767-400ER @ SBGR

Excluindo itens como ganhos de US$ 151 milhões com marcação a mercado de hedges com combustíveis para períodos futuros, a companhia registrou um prejuízo por ação de US$ 0,05, em linha com as previsões dos analistas entrevistados pela Thomson Reuters.

Segundo a companhia, a receita com passageiros por assento disponíveis por milha, uma medida bastante observada pelo setor, aumentou 14% no primeiro trimestre. A receita operacional subiu 8,6%, para US$ 8,41 bilhões, superando as previsões dos analistas de uma receita de US$ 8,36 bilhões.

A Delta adequou sua capacidade à demanda no primeiro trimestre, o que a ajudou a sair de rotas que geravam prejuízo e cortar voos extras para alguns destinos. No primeiro trimestre, sua capacidade caiu 3% em relação a igual período do ano anterior, em linha com a queda de entre 3% a 5% prevista para o trimestre. As informações são da Dow Jones.

Fonte: Agência Estado

O que a Gol deveria aprender com a Delta Air Lines, sua sócia

 

Delta Air Lines | Boeing 767-300ER @ SBGR

Manaus, Campina Grande, Teresina. Desde fevereiro, os internautas que voam pela americana Delta Air Lines já vislumbram na janela de destinos do site um bom punhado de nomes brasileiros. A possibilidade é fruto de um acordo com Gol, anunciado em dezembro do ano passado.

Depois de investir 100 milhões de dólares na companhia, a Delta ganhou um assento no conselho e uma participação de 3% no negócio. Seus clientes, por sua vez, passaram a contar com a possibilidade de realizar conexões a partir de São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília, Curitiba e Porto Alegre para 43 destinos no Brasil. A Gol também deverá usufruir da malha da Delta quando começar a voar para os Estados Unidos. Ainda sem prazo para virar realidade, a investida já ganhou o aval da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) no fim de fevereiro.

É certo que a busca por sinergias operacionais, compartilhamento de milhagens e melhoria na distribuição do tráfego é comum às companhias. Mas os resultados apresentados por elas têm divergido diametralmente desde então. De janeiro até agora, a Delta acumula alta de 30,1% na bolsa de Nova York. As ações da Gol, por sua vez, despencam 15,5% por aqui.

Nesta semana, os papéis da empresa até ensaiaram uma recuperação depois de divulgados rumores sobre uma possível desoneração da folha de pagamento para o setor aéreo, acompanhada de redução de ICMS para o combustível de aviação. Mas o governo negou a intenção de colocar o pacote de bondades de pé, jogando para baixo o ânimo que embalou momentaneamente a empresa.

O peso de uma aquisição

Segundo Ray Naild, analista de companhias aéreas do banco de investimento Maxim Group, as fusões e aquisições na área costumam envolver uma boa dose de complicações. Em entrevista ao The Wall Street Journal ele afirmou que a Delta teria sido a única representante do setor nos Estados Unidos a contornar com destreza os problemas decorrentes da união de frotas, sistemas e culturas diferentes.

E as compras não foram poucas. Ao longo dos anos, a companhia absorveu a Northeast Airlines, a Western Airlines, a divisão latina da Pan Am Atlantic e a Northwest Airlines. Com a última operação, ocorrida em 2008, a Delta ganhou o posto de segunda maior companhia aérea do país, transportando anualmente cerca de 160 milhões de passageiros.

Para Naidl, uma grande vantagem da Delta frente às concorrentes seria o fato da maioria de seus funcionários não ser sindicalizada. Em última instância, isso acabaria facilitando a integração entre os times. De qualquer forma, lidar com os empregados não parece ser o calcanhar de Aquiles da empresa. Em 1982, inclusive, os funcionários se uniram para dar à companhia seu primeiro Boing 767, batizado de “The Spirit of Delta”. O gesto aconteceu em meio a uma crise econômica, responsável por fazer a Delta reportar prejuízo depois de 35 anos no azul.

Esqueletos no armário

No caso da Gol, os problemas com aquisições remontam à compra da Varig, em 2007. De olho na força da marca, no programa de fidelidade Smiles e nos horários de pouso e decolagem que seriam incorporados em Congonhas, a Gol desembolsou 275 milhões de dólares pela empresa.

Algum tempo depois de fechado o negócio, o próprio Constantino Júnior, presidente da Gol, admitiu que não contava com a bagunça que encontrou nos processos da Varig: a companhia sequer unificava seus contratos com fornecedores. O acidente com aeronave da TAM em Congonhas em 2007 também acarretou a diminuição de operações do aeroporto – e acabou minando o potencial de ganho da Gol nesse sentido.

Mauro Martins, especialista em aviação, sustenta que a centralização dos voos em um lugar rentável não deixa de ser um grande trunfo. “A Delta tem um hub muito grande em Atlanta, então você acaba reduzindo custos e ganhando escala ao direcionar todos os passageiros inicialmente para lá”, afirma.

Com a aquisição da Webjet, feita no ano passado, a Gol mirou novamente o ganho de slots (autorizações de pouso e decolagens) em Congonhas. Nesta quarta, as duas companhias levaram 70 slots dos 119 distribuídos pela Anac para operações de fim de semana no aeroporto. No total, são 227 “janelas” disponíveis para sábado e domingo.

Mas a compra da companhia também teve seu lado amargo. Embora a aprovação final do negócio ainda dependa da aprovação do Cade, o impacto da aquisição já mexeu com os resultados da empresa, que foi a terceira companhia brasileira a perder mais dinheiro em 2011. Além da incorporação das dívidas que superam 200 milhões de reais, a Gol teve que aumentar as reservas para lidar com gastos de manutenção e devolução de aeronaves da Webjet.

Tesoura nos gastos

A valorização do real, que afetou o preço do querosene, e a multa por rescisão de contratos com fornecedores também ajudaram a Gol a perder 710,4 milhões de reais em 2011, ante lucro de 214,2 milhões em 2010. Para reverter o resultado, a empresa mexeu no alto escalão, extinguindo uma vice-presidência e quatro cargos de diretoria. Até agora, mais de 200 tripulantes e pilotos foram desligados e 80 dos 900 voos diários da companhia foram cortados.

Mas é provável que a mudança que mais impacte o consumidor seja o sumiço do lanchinho grátis em 250 voos. Os amendoins, biscoitos e batatinhas foram suspensos no começo do mês nas viagens com duração superior a uma hora e meia. Nestes casos, o passageiro precisará colocar a mão no bolso se quiser enganar o estômago.

“A Gol está replicando o modelo da Webjet para garantir um lucro marginal”, diz Mauro Martins. Para ele, as margens no setor aéreo são tradicionalmente apertadas. Mas enquanto nos Estados Unidos, as aéreas contam com uma demanda mais previsível, por aqui as empresas encaram o desafio de atender a uma base crescente de clientes encarando, adicionalmente, o desafio de proteger o capital das variações do dólar e as consequências da falta de infraestrutura no país.

“Se você vai pousar e não há espaço no aeroporto, os minutos a mais que o avião fica em órbita já podem matar a lucratividade do voo”, diz. Enquanto a Gol parece incorporar de vez o espírito de baixo custo e baixa tarifa para atravessar seu calvário, a Delta se permite ser mais generosa com seus passageiros. Além de oferecer guloseimas e bebidas não-alcóolicas em todos os voos domésticos, a companhia oferece dezenas de opções no seu menu pago para viagens mais longas. O último balanço anual da companhia dá embasamento para a empresa apostar nos mimos. Em 2011, a Delta lucrou 854 milhões de dólares, um avanço de 44% em relação ao ano anterior.

Fonte: http://exame.abril.c…lines-sua-socia

Delta apresenta desempenho financeiro e operacional em março

Boeing 747 da Delta

A Delta anunciou que a receita unitária consolidada de passageiros em março aumentou 13% em comparação ao período do ano anterior. Esse resultado se deve a forte demanda, principalmente de clientes corporativos. Isso acabou gerando melhorias no rendimento e produtividade e no fator de carga em todas as regiões.

A receita para o mês superou as expectativas anteriores sobre a melhoria das reservas close-in e melhor rendimento na região do Pacífico. O sistema de tráfego aumentou 2% com uma redução de 3,4% da capacidade, resultando em uma melhoria de 4,4 pontos quanto ao fator de carga.

Os colaboradores da Delta também continuaram a fazer melhorias para o desempenho operacional. A taxa de chegada pontual DOT preliminar da empresa alcançou a marca de 85,7 %, 7,2 pontos mais alta ano a ano. A Delta Air Lines está trabalhando para se transformar na melhor companhia aérea da América Latina e Caribe. Como parte deste objetivo, a Delta estabeleceu uma aliança de longo prazo com a GOL Linhas Aereas Inteligentes, investindo mais de US$ 100 milhões na GOL. Da mesma forma, a Delta investiu mais de US$ 65 milhões na Aeroméxico como parte de uma aliança comercial exclusiva de longo prazo e iniciou um acordo de compartilhamento de voos com a Aerolíneas Argentinas.

A Delta oferece serviço no Aeroporto Internacional Hartsfield-Jackson, em Atlanta, alcançando mais de 32 países e 54 destinos na região com mais de 1.000 voos semanais entre a América Latina e os Estados Unidos. Para os clientes que falam espanhol, a empresa oferece assistência em tempo real em espanhol via Twitter @DeltaAssist_ES das 9h às 22h (EST).

Fonte: www.mercadoeeventos.com.br

Em teste, avião perde freio e sai da pista no aeroporto de Atlanta

Imagem do incidente, que não deixou feridos

Um avião modelo Boeing 737 da companhia Delta Airlines sofreu sérios danos após escapar da pista de pouso no Aeroporto Internacional de Atlanta, um dos mais movimentados do mundo, informaram as autoridades locais nesta terça-feira (13).

Um porta-voz da companhia informou que mecânicos estavam fazendo um teste dos motores do avião quando tiveram um problema com os freios por volta de 5h da manhã.

A Administração Federal de Aviação afirmou que não havia ninguém a bordo e que as operações no aeroporto não foram afetadas.

Fonte: G1

Delta apresenta melhorias no serviço de bordo da companhia

Boeing 767-400ER da Delta

A Delta Air Lines apresentou uma série de melhorias no serviço de bordo como parte de sua estratégia de crescimento contínuo na América Latina e no Caribe. As melhorias vão desde frequências de voos entre os três destinos mais populares do Caribe e Nova York até novidades no serviço de bordo.

Os clientes em todos os voos poderão desfrutar das melhorias dos seguintes serviços: novo menu incorpora pratos das cozinhas brasileira, argentina e peruana na cabina BusinessElite; nova carta de vinhos na classe econômica inclui os vinhos chilenos nos voos internacionais na América Latina; e as sobremesas refletem as preferências regionais, como o doce de leite em voos para a Argentina. O novo cardápio de Michelle Bernstein, cheff responsável pelo novo menu, será introduzido em todas as rotas da América Latina, onde os serviços de BusinessElite são oferecidos. Os pratos serão renovados entre um e três meses.

“A Delta aproximou-se de Michelle Bernstein no ano passado para desenvolver um menu para a classe BusinessElite, que deu aos nossos clientes uma amostra dos sabores das regiões que estão visitando”, diz Nicolas Ferri, vice-presidente da América Latina e Caribe. Para Bernstein, o menu é um reflexo de sua herança e paixão pela comida. “Nada me deixa mais orgulhosa do que cozinhar a partir da cultura e da história da minha família na Argentina”, explica a cheff.

Fonte: http://www.mercadoeeventos.com.br/site/contents/ver/82181

Rapidinhas…

Webjet oferece novo voo entre Rio e Fortaleza a partir de janeiro

A partir de 12 de janeiro a Webjet terá um voo diário, de ida e volta, entre o Galeão e Fortaleza. A ligação entre as duas cidades será feita pelo novo Boeing 737-800, que a empresa acaba de receber. Para quem quiser se antecipar, a reserva das passagens já está disponível em http://www.webjet.com.br com valores promocionais a partir de R$ 299,99 para cada trecho. No site é possível ainda fazer a compra em até seis vezes sem juros no cartão de crédito, ou optar por outras formas de pagamento. Além da compra on line, as passagens também podem ser adquiridas nos agentes de viagens.

 

Delta garante planos de expansão para ser maior aérea da AL

Boeing 777-200LR da Delta

A Delta está se preparando para ser a maior companhia aérea da América Latina. A garantia foi dada ontem por Christophe Didier, vice-presidente de Vendas da América Latina e Cariba. “O investimento de US$ 100 milhões não é uma aventura nossa. Nós investimos tanto na Gol como na Aeroméxico e com um só objetivo, crescer para nos tornarmos a maior empresa aérea da América Latina”, afirmou.  A Delta fechou o ano com um crescimento de 40% nas vendas para o Brasil.

 

American Airlines chega a 88 frequências e inicia Manaus em novembro

A American Airlines decidiu ampliar seus voos para o Brasil nesta temporada de verão. A companhia está com um total de 88 frequências semanais. A empresa está operando diariamente para Brasília e Belo Horizonte e aumentou uma frequência entre São Paulo e Miami. Em 2012, a American tem como grande novidade o início das operações para Manaus. Serão quatro frequências semanais inicialmente interligando a capital amazonense a Miami.

 

Azul lança novos voos do GIG para JPA, POA e VIX

A Azul iniciou ontem (terça-feira, dia 20) a operação de novos voos com saídas do Aeroporto Tom Jobim, no Rio de Janeiro, e com destino às cidades de João Pessoa, Porto Alegre e Vitória. As operações estão sendo realizadas com os jatos Embraer 190/195. As passagens já estão a venda pelo site da aérea (www.voeazul.com.br ), pelo call center, pelas lojas da empresa e agências de viagens.