Aeroportos atenderão à demanda até 2016, diz Jobim

 

O ministro da Defesa, Nelson Jobim, explicou na última quarta-feira (dia 2), durante o 10º Balanço do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), a situação dos empreendimentos relativos a aeroportos que fazem parte do programa. O ministro afirmou que “toda a previsão de investimentos da Infraero em relação à infraestrutura aeroportuária tem absoluta tranquilidade sobre o atendimento das necessidades que o Brasil terá até 2016”.

A coordenadora do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), Miriam Belchior, destacou os 13 empreendimentos em andamento pela Infraero, constantes do PAC, e as oito obras concluídas nos seguintes aeroportos: Boa Vista (RR), Parnaíba (PI), Fortaleza (CE), João Pessoa (PB), Salvador (BA), Confins (MG), Santos Dumont (RJ) e Congonhas (SP). Ela enfatizou a iniciativa da Infraero e do Ministério da Defesa de implantar os Módulos Operacionais a fim de se enfrentar a demanda crescente de usuários no sistema aeroportuário. “Os módulos irão garantir melhores condições de embarque, desembarque e chek in nos principais aeroportos brasileiros”, afirmou Mirian. A coordenadora também citou que doze aeroportos receberão os módulos.

Ao fim da apresentação, o ministro Nelson Jobim respondeu a questionamento sobre o estudo divulgado esta semana pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) a respeito do setor aéreo. Entre outras colocações, o ministro corrigiu números divulgados no estudo a respeito da capacidade dos aeroportos.

Nelson Jobim citou que a Infraero investiu, entre 2000 e 2007, R$ 4,7 bilhões e não R$ 3 bilhões, conforme divulgado. E corrigiu outros números como: a capacidade de slots (horários para pouso e decolagem) em Congonhas é 34 e não 24 como divulgado; Brasília é 45 e não 36; Pampulha é 12 e não 5, entre outras correções. “Os dados são absolutamente errados e observo que o trabalho todo foi realizado sem ouvir os setores envolvidos”, disse o ministro.

Fonte: Panrotas

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Demanda mundial caiu em Abril devido a cancelamentos de voos na Europa

 

Os seis dias durante o mês passado em que o tráfego aéreo ficou praticamente paralisado na Europa devido à nuvem de cinzas vulcânicas que pairava sobre o continente provocou uma retração de 2,4% na demanda do mercado de passageiros em Abril, comparado ao mesmo período do ano passado.

O dado indicando o resultado negativo foi publicado nesta quinta-feira pela IATA (International Air Transport Association), e aponta a extensão do efeito da paralisação dos voos na indústria como um todo, que no mês de Março deste ano havia registrado crescimento de 10,3% na demanda.

Os mercados mais afetados, como não poderia ser diferente por serem os que mais se utilizam das rotas do Atlântico Norte, foram Europa e EUA, que registraram retração de 11,7% e 1,9% em Abril, respectivamente.

As demais regiões conseguiram manter o crescimento, entretanto de forma bastante reduzida quando comparada aos números obtidos um mês antes.

Com 13,0% de aumento na demanda o Oriente Médio foi a região que mais cresceu em Abril, seguida pela África com 8,6%, Ásia Pacífico com 3,5% e América Latina com 1,2%.

Os números completos para Abril podem ser vistos no site da IATA:

http://www.iata.org/pressroom/facts_figure…0-05-27-01.aspx

Números de Março, para efeito de comparação:

http://www.iata.org/pressroom/facts_figure…0-04-28-01.aspx

Fonte: Portal CR

Avianca quer ampliar atuação no Ceará

Fokker 100 da Avianca Brasil (Foto: Airliners.net)

Agora com o nome de Avianca Brasil, a Ocean Air Linhas Aéreas planeja aumentar a atuação no Ceará. Mesmo sem prazos definidos, a companhia estuda oferecer voos diretos de Juazeiro do Norte para São Paulo. Já Fortaleza é vista como ponto estratégico para a criação de novas rotas, inclusive internacionais. “Estamos muito satisfeitos com os resultados no Ceará. Mas vamos analisar essas propostas mais para frente“, afirmou o diretor executivo da Avianca Brasil, Renato Pascowitch, em entrevista coletiva em São Paulo. Atualmente, todos os voos da Avianca que saem do Ceará passam por escalas ou conexões em Brasília. Da mesma forma, Fortaleza seria uma base importante numa futura expansão para destinos no exterior. Manaus, que hoje não integra a lista de 18 cidades atendidas pela companhia, também. “Temos planos para operar rotas internacionais, mas não há uma data para isto acontecer“, disse José Efromovich, presidente da Avianca no Brasil.

Outra novidade que pode chegar aos Aeroportos cearenses até o final do ano é o Airbus A319, com capacidade para 132 passageiros. A empresa anunciou a compra de quatro aviões deste modelo para aumentar em 30% a sua oferta de assentos já em 2010. A primeira aeronave está dedicada à rota Porto Alegre – Guarulhos – Brasília & Salvador e já entrou em operação nessa terça-feira. À medida que as outras três aeronaves forem entregues (o que está previsto para ocorrer até dezembro), a intenção é distribuí-las entre esse itinerário inicial e a Ponte Aérea Rio-São Paulo. Somente em dezembro é que o A319 passará pelos Aeroportos de Fortaleza e Juazeiro do Norte. Com o crescimento da frota, a Avianca Brasil pretende saltar de 2,5% para 4% de participação no mercado aéreo nacional ainda em 2010. Para isso, o investimento anual é de US$ 250 milhões, com cerca de 80% gastos nos novos A319, que apostam na maior distância entre poltronas (32 polegadas) e contam com programações de entretenimento individuais em telas LCD de nove polegadas, controle remoto, entrada USB e tomada 110V.

Mesmo com a compra dos quatro Airbus e da intenção de incluir os Boieng 787 na frota até 2015, os atuais 14 Fokker-100 não têm previsão de aposentadoria. O objetivo da Avianca é melhorar a oferta de frequência dos trechos já realizados pela companhia. “Não temos planejado, neste momento, aumentar nossas rotas de atuação“, explicou José Efromovich. A empresa também pretende conquistar a nova classe C. A parceria com instituições de crédito vai possibilitar que o parcelamento de passagens, que hoje é no máximo de 6 vezes, em breve possa ser financiado em até 24 meses. Mas essa facilidade também não tem data para ser aplicada.

Fonte: Portal CR

Azul em Brasília

(Foto: Aidan Formigoni)

O preço da passagem aérea para Campinas, São Paulo, poderá ficar mais barato para o brasiliense a partir da semana que vem. A companhia Azul, que estreará no Aeroporto Internacional de Brasília Juscelino Kubitschek em 1º de agosto, com três voos diários para a cidade paulista, depende apenas da aprovação da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) para começar a venda dos bilhetes. “Assim que recebermos autorização, iniciaremos as vendas”, revela Gianfranco Beting, diretor de Marketing da Azul, em entrevista ao Correio. O executivo não revelou o valor que será cobrado, mas garantiu que haverá promoções bastante atrativas, seguindo a estratégia da companhia de oferecer tarifas com preços abaixo do mercado para estimular os clientes a experimentar os serviços da empresa.

Para operar a rota, a companhia adquiriu dois novos jatos da Embraer, modelo 195, com capacidade para 118 lugares cada um. “São dois aviões novinhos, especialmente adquiridos para inaugurar essa linha”, observou Beting. No total, serão oferecidos 354 assentos diários de Brasília para Campinas e outros 354 no sentido contrário, da cidade paulista para a capital federal. Os horários dos voos, em cada um dos sentidos, serão assim distribuídos: um de manhã, um à tarde e outro à noite.

A Anac informou que a Azul entrou com o pedido de hotran (horários de voo autorizados pela agência) em 23 de abril e que a agência tem até 15 de julho para deliberar sobre a autorização. Os horários pleiteados pela Azul, partindo de Brasília, são: 11h16, 15h44 e 20h21. De Campinas, os voos partiriam às 8h42, 13h25 e 17h55.

Novas rotas

A partir da demanda verificada, Brasília poderá ganhar novas rotas da Azul no segundo semestre. “Vai depender do comportamento do mercado”, disse Beting. Este ano, a companhia receberá mais quatro aeronaves. As perspectivas da companhia para os próximos anos são muito otimistas. Ao longo de 5 anos, as encomendas de jatos da Embraer somam 80 unidades, calçadas na previsão de que a demanda de passageiros por voos domésticos no mercado brasileiro crescerá 2,5 vezes em uma década. “Em 10 anos, o número de passageiros de transporte aéreo no Brasil passará de 60 milhões para 150 milhões. A gente acredita que isso vai acontecer não só pelo estímulo a quem não podia viajar de avião e passará a poder, como também pelo incentivo ao tráfego de pessoas que podem pagar por um bilhete aéreo, mas não viajavam porque achavam que o serviço era deficiente”, considerou.

Desde que estreou no mercado, há pouco mais de um ano, Brasília sempre esteve no radar da Azul. “A gente sempre teve a intenção de servir Brasília. Só não fizemos isso antes porque a cidade é dominada por duas empresas (TAM e Gol). Precisávamos ter mais musculatura e receber novos aviões”, disse Beting. O executivo afirmou que não é intenção da companhia roubar passageiros das concorrentes, pois há um grande mercado em potencial no Brasil e, sobretudo, em Brasília. “Sabemos do mercado que Brasília tem”, concluiu.

Fonte: Portal CR

Anac: demanda aeroportuária cresce 23,6% em abril

Demanda cresceu 23% (Foto: Airliners.net)

 

A movimentação nos aeroportos aumentou 23,6% em abril ante igual mês de 2009, disse hoje a presidente da Agência Nacional da Aviação Civil (Anac), Solange Vieira. Segundo ela, o Brasil tem enfrentado um grande descompasso entre a oferta e demanda de infraestrutura no setor aeroportuário. Solange afirmou que a Anac tem limitado a movimentação nos aeroportos para que não haja aumento no tempo de espera dos passageiros. Segundo ela, desde o ano passado o crescimento não está mais tão concentrado no aeroporto de Guarulhos, mas também ocorre nos aeroportos do Rio de Janeiro e Brasília.

Sobre a definição do novo modelo aeroportuário para o Brasil, ela afirmou que poderá ficar para o próximo governo. Ela informou ainda que a participação de estrangeiros no novo sistema pode ser de até 100%. A presidente da Anac também falou sobre um acordo que está em discussão com a União Europeia para que os produtos aeroportuários fabricados no Brasil possam ser fiscalizados pela própria agência. Ela explicou que, pelas regras atuais, a UE envia agentes ao Brasil para fazer a fiscalização de produtos fabricados por empresas como a Embraer.

Fonte: Agência Estado

@Aidan: A demanda cresce, mas a oferta continua a mesma de 10 anos atrás.

LAN apresenta lucro de quase US$ 90 milhões no primeiro trimestre

Airbus A318 da LAN (Foto: Airliners.net)

O primeiro trimestre da LAN apresentou um lucro líquido de 88,3 milhões de dólares, mesmo considerando os resultados negativos causados pelo terremoto que abalou o Chile, em fevereiro, estimados em 25 milhões de dólares. O resultado é quase 36% maior do que o mesmo período de 2009, em que a chilena obteve um lucro de 65 milhões de dólares. Segundo comunicado da empresa, os bons números são resultados da “forte” recuperação no transporte de carga e de passageiros.

No primeiro quarto do ano, a demanda de carga aumentou 29% em relação ao ano passado, enquanto suas receitas aumentaram 35,3%. As receitas operacionais aumentaram 17,3%, para US$ 1,1 bilhão, enquanto as despesas cresceram 16,7%, para US$ 892 milhões. Em decorrência, o lucro operacional foi de US$ 142,9 milhões (+21%). A companhia aérea ressalta sua “sólida posição financeira”, informando que em 31.02.10 sua liquidez era de US$ 657,2 milhões, em caixa e equivalentes, valor equivalente a 17,3% das receitas dos últimos 12 meses.

Fonte: Jetsite

Brasil vai precisar de 500 aeronaves novas em 20 anos

Frota de aeronaves comerciais vai ter grande aumento (Foto: Airliners.net)

A Airbus estima que as companhias aéreas brasileiras vão precisar de 510 novas aeronaves de passageiros com mais de 100 lugares até 2028 para suprir a demanda do crescimento do tráfego aéreo e também para a reposição de aeronaves. Além disso, espera-se que o crescimento do tráfego aéreo na América Latina ultrapasse a média global nos próximos 20 anos, com a liderança regional do Brasil na demanda por aviões novos. Segundo a mais recente previsão da Airbus, a frota brasileira de aeronaves para passageiros com mais de 100 lugares deve mais que dobrar nos próximos 20 anos, aumentando de 248 aviões em serviço em 2008 para 592 em 2028, um crescimento de 139%. Isso representa contratos de US$ 59,4 bilhões. Com o intuito de satisfazer o forte crescimento na procura de viagens internacionais, a nova frota incluirá aproximadamente 365 aeronaves de corredor único e 136 aparelhos de dois corredores. O aumento na demanda por novas aeronaves é o resultado do forte crescimento de tráfego de passageiros na região. O transporte aéreo ainda é emergente em 85% do mundo, onde a América Latina espera um aumento de 5,9% na taxa média de crescimento anual de faturamento por passageiros por quilômetro transportado (RPK) por companhia aérea entre 2009 e 2014.

Fonte: Flap Internacional